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Carolina CastroDiretora |
Carolina FreireDiretora |
Catarina BentoDiretora |
Elisa MendonçaDiretor |
Gabriel RibeiroDiretor |
A Conferência de Bandung destaca-se como um espaço essencial para a compreensão das dinâmicas políticas, diplomáticas e ideológicas que marcaram o século XX, especialmente no contexto da descolonização afro-asiática e da reconfiguração da ordem internacional no pós-Segunda Guerra Mundial. Realizada em 1955, na Indonésia, o evento reuniu lideranças de países da África e da Ásia que buscavam afirmar sua soberania, combater o colonialismo e construir uma posição autônoma diante da polarização imposta pela Guerra Fria. Assim, o comitê se consolida como uma visita a um dos momentos mais emblemáticos da articulação do chamado Terceiro Mundo, e da formulação de projetos alternativos de protagonismo internacional.
O comitê da Conferência de Bandung, no contexto da SiSA XIII, surge como um dos mais ricos para a análise das tensões entre independência política e disputas de poder em escala global. Em um momento no qual antigas colônias conquistavam sua emancipação formal, mas ainda enfrentavam dependência econômica e instabilidade interna, propõe-se uma imersão nos desafios enfrentados por esses novos Estados na tentativa de assegurar seus interesses em um mundo dividido entre Estados Unidos e União Soviética. Mais do que um encontro diplomático, Bandung representou a afirmação de uma consciência política comum entre nações historicamente subjugadas, inaugurando uma nova linguagem de soberania e resistência.
Ao longo do comitê, os delegados assumirão o papel dos representantes das nações participantes da conferência, sendo responsáveis por articular posicionamentos, negociar interesses diversos e responder aos impasses que atravessam o cenário afro-asiático. Caberá a eles administrar temáticas de colonialismo, autodeterminação dos povos, neutralidade estratégica e cooperação entre países recém-independentes, equilibrando divergências ideológicas e a construção de consensos possíveis. O comitê se estabelece como um espaço de debate profundo sobre identidade internacional e os limites da autonomia política em um paradigma de desigualdades históricas.
- Afeganistão
- Argélia
- Birmânia (Myanmar)
- Camboja
- Ceilão (Ski Lanka)
- Egito
- Etiópia
- EUA
- Filipinas
- França
- Guiné
- Índia
- Indonésia
- Israel
- Iugoslávia
- Japão
- República Democrática Do Vietnã (Vietnã Do Norte)
- República Popular Da China
- Síria
- Sudão
- Tailândia
- Turquia
- URSS
A SiSA Social (SiSo) é um projeto que surgiu no ano de 2017, por meio da iniciativa da Secretéria Geral da quinta edição da SiSA, Lillie Lima, visando tornar o ambiente de simulações um espaço mais democrático e com maior representatividade. O projeto, que tem como objetivo garantir a isenção da taxa de inscrição para alunos de baixa renda, que não possuem tantas oportunidades de simular, serviu de exemplo para iniciativas semelhantes em outras simulações.
A SiSA continuará adotando a iniciativa em suas próximas edições, recebendo alunos de escolas públicas e alunos bolsistas em instituições particulares de forma gratuita. A democratização do acesso aos debates é um princípio fundamental e indispensável para a simulação.
17h00 - Credenciamento
18h30 às 20h30 - Cerimônia de abertura, com discurso de palestrante
20h30 às 21h00 - Coquetel para os delegados
08:00 às 10:00 - Primeira Sessão
10:00 às 10:20 - Coffee Break
10:20 às 12:10 - Segunda Sessão
12:10 às 13:30 - Almoço
13:30 às 15:30 - Terceira Sessão
15:30 às 16:00 - Coffee Break
16:00 às 18:00 - Quarta Sessão
8:30 às 10:00 – Quinta Sessão
10:00 às 10:20 – Coffee Break
10:20 às 11:20 - Sexta Sessão
11:20 às 12:40 - Coletiva de Imprensa
12:40 às 14:00 - Almoço
14:00 às 15:40 – Sétima Sessão
15:40 às 16:00 - Coffee Break
16:00 - 17:30 - Oitava Sessão
17:30 às 18:00 - Votações Informais e encerramento de comitê
18:00 às 20:00 – Cerimônia de Encerramento com iniciativa cultural