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Ana Luiza NevesDiretora |
Beatriz GalloDiretora |
João Vitor SallesDiretor |
Letícia LeiteDiretora |
No âmbito da governança ambiental global, a Assembleia das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEA) se consolida como o principal espaço de deliberação internacional voltado à promoção do desenvolvimento sustentável e à coordenação de respostas frente às crises ecológicas contemporâneas. Nesse sentido, o comitê da UNEA na SiSA XIII propõe o debate acerca do chamado “colonialismo verde”, fenômeno que evidencia como a transição energética e as políticas ambientais globais podem reproduzir desigualdades históricas entre países.
Nesse contexto, destaca-se a crescente demanda por recursos estratégicos, como as chamadas terras raras, essenciais para a produção de tecnologias verdes, incluindo baterias, turbinas eólicas e dispositivos eletrônicos. Embora fundamentais para a redução das emissões de carbono, a exploração desses minerais frequentemente ocorre em países periféricos, onde há maior vulnerabilidade socioeconômica e menor capacidade de regulação ambiental, resultando em impactos severos às populações locais e ao meio ambiente. Assim, levanta-se o questionamento sobre até que ponto a agenda sustentável global pode estar sendo construída às custas da exploração de territórios e comunidades historicamente marginalizadas.
Ao longo do comitê, os delegados assumirão o papel de representantes internacionais responsáveis por discutir os limites éticos, econômicos e ambientais da transição energética, buscando soluções que conciliem desenvolvimento sustentável, justiça climática e soberania nacional. Em meio a interesses divergentes e desafios estruturais, o debate se apresenta como uma oportunidade de refletir sobre os caminhos para uma agenda ambiental verdadeiramente equitativa, que não reproduza dinâmicas de dominação sob uma nova roupagem “verde”.
- Alemanha
- Angola
- Apple (observadora)
- Argentina
- Austrália
- Bolívia
- Brasil
- Canadá
- Chile
- China
- Estados Unidos
- França
- Greenpeace
- Índia
- Indonésia
- México
- Noruega
- Reino Unido
- República Democrática Do Congo
- Rússia
- Shell (observadora)
- Vietnã
- Zâmbia
A SiSA Social (SiSo) é um projeto que surgiu no ano de 2017, por meio da iniciativa da Secretéria Geral da quinta edição da SiSA, Lillie Lima, visando tornar o ambiente de simulações um espaço mais democrático e com maior representatividade. O projeto, que tem como objetivo garantir a isenção da taxa de inscrição para alunos de baixa renda, que não possuem tantas oportunidades de simular, serviu de exemplo para iniciativas semelhantes em outras simulações.
A SiSA continuará adotando a iniciativa em suas próximas edições, recebendo alunos de escolas públicas e alunos bolsistas em instituições particulares de forma gratuita. A democratização do acesso aos debates é um princípio fundamental e indispensável para a simulação.
17h00 - Credenciamento
18h30 às 20h30 - Cerimônia de abertura, com discurso de palestrante
20h30 às 21h00 - Coquetel para os delegados
08:00 às 10:00 - Primeira Sessão
10:00 às 10:20 - Coffee Break
10:20 às 12:10 - Segunda Sessão
12:10 às 13:30 - Almoço
13:30 às 15:30 - Terceira Sessão
15:30 às 16:00 - Coffee Break
16:00 às 18:00 - Quarta Sessão
8:30 às 10:00 – Quinta Sessão
10:00 às 10:20 – Coffee Break
10:20 às 11:20 - Sexta Sessão
11:20 às 12:40 - Coletiva de Imprensa
12:40 às 14:00 - Almoço
14:00 às 15:40 – Sétima Sessão
15:40 às 16:00 - Coffee Break
16:00 - 17:30 - Oitava Sessão
17:30 às 18:00 - Votações Informais e encerramento de comitê
18:00 às 20:00 – Cerimônia de Encerramento com iniciativa cultural